Parabéns September 25, 2007
Posted by hanguy in Aniversários.1 comment so far
Meus caros… hoje, se estivessemos no 302, seria dia de festa. Quer dizer… seria dia de festa se por acaso já tivessem começado as aulas (no nosso tempo eram mais para a frente, não era?).
É dia de festa porque um de nós (adivinhem quem?) faz anos.
Parabéns man! Um grande abraço aqui do hanguy!
Regresso às aulas September 13, 2007
Posted by hanguy in Caloirada, Regresso às aulas.2 comments
Confesso que era coisa que me custava antes de entrar para a Universidade. Custava e não… por um lado um gajo revia os amigos, mas aturar os profs do secundário que me diziam que nunca poderia ir para o que queria ir… era dose! Que dose.
Nos anos em que fui um inconsciente universitário era coisa que não acontecia. Não acontecia por diversos motivos. Era altura de rever pessoal que já não revia desde as frequências de Junho (sim que eu apenas fiz duas cadeiras por exame), era altura de praxe… o que significava caloirada fresquinha (não que eu tivesse alguma preponderância para as caloiras fresquinhas… naaaaaaaaa, nada disso) e, principalmente, era altura de estágio no 302 para mais uma época. Uma coisa que ajudava ao regresso às aulas era o facto de as próximas frequências se realizarem apenas em Fevereiro… enfim tanto tempo para a rambóia era uma maravilha.
Todas as épocas passadas no 302 foram gloriosas. Quatro anos ao nosso melhor nível. Sempre nas finais, nem que fosse do torneio de bowling das férias desportivas da FAP (recordam-se daquela participação fantabulástica do Je?), que estragou o objectivo de ficar em último lugar (eu sei, eu sei… uma desgraça completa), cedido a uma qualquer equipa de anjolas que nem se emborrachavam para deitar abaixo os mecos. Uma vergonha.
Recordo-me de um desses anos. Um jantar de caloiros em que iam ser eleitos o Mister e a Miss Caloiros desse ano. Era o nosso terceiro ano de universidade. Foi naquele restaurante na Praça dos Poveiros que tinha um empregado (Sr. Nélson, não era!?) que vertia os restos do vinho da clientela para uma garrafa e depois bebia aquela mistela de tinto, branco, rosé e sei lá mais o quê a acompanhar a refeição. Elegemos o Renato (grande maluco este caloiro, alguém sabe dele?) e a Marcela (escuso-me a comentários, ok?)… depois de uma apurada selecção com classificações em plaquinhas que diziam “Anula a matrícula”, “És boa como o milho” ou “És um Homo Rabetus”. Enfim… para o que nos dava! Nesse ano a nossa Miss foi Miss da Universidade numa eleição renhida que teve lugar no Bela Cruz e o Renato ficou em segundo lugar… enfim caloiros ensinadinhos por quem sabia muito, não é?
Rapaziada… este ano bem que podiamos fazer um regresso às aulas, ou seja, uma bela de uma jantarada. Não temos caloirada, mas o que interessa é rever-vos e beber uns canecos.
Desfazendo o mistério do Nharro com Pinta September 7, 2007
Posted by manaca in Uncategorized.2 comments
MANACA
Foi figura no futebol primodivisionário nas décadas de 70/80, defesa de qualidade que passou, entre outros, por clubes como o Sporting CP, SC Braga e V. Guimarães , mas que para sempre ficará ligado a um auto-golo que apontou em 79/80 ao serviço dos vimaranenses, auto-golo esse que viria a dar um título aos leões. Poderia ter escolhido um cromo dessa mesma época, a representar o Vitória, todavia, e pela sua qualidade, optei pelo cromo do Manaca a equipar pelo rival arsenalista. Que mais nos podem dizer sobre o homem que talvez tenha apontado o auto-golo mais famoso da história do nosso futebol?
Passatempo II September 6, 2007
Posted by hanguy in Passatempo.4 comments
Quem foi, entre as catraias que nos davam o prazer de visitar constantemente o 302, a menina que quase, mas mesmo quase, partia para a ignorância e ia às trombas a uma certa loira finalista de letras que ficou chateadinha pelo atraso dos atrasados do costume, à partida para determinada viagem de finalistas?
Hipótese A: O Naco
Hipótese B: A Reguila
Hipótese C: A irmã do Carlos tem alcunha? Eu sei que é C. mas preferia a alcunha… quem sabe?
Hipótese D: A Costa
Hipótese E: A Menina Sónia (muito improvável, digo eu)

